Ler é um prazer - 7º ano - manhã
Leitura de gêneros diversificados propiciam a vivência de emoções e descobertas
Ao explorar leituras de diversos gêneros, pretende-se que o aluno vivencie as ricas emoções e descobertas que uma boa leitura pode proporcionar. No 2º trimestre, os alunos e professores estão trabalhando com a Biblioteca de Classe e, por meio do rodízio de livros, haverá a continuidade da proposta de sempre enriquecer o universo literário dos educandos.
Os depoimentos abaixo revelam a opinião dos alunos sobre as leituras do 1º trimestre.
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Romance: “O menino do pijama listrado”, de John Boyne - Companhia da Letras
“As personagens mostraram que não importam nossas crenças, nossas origens, somos iguais, devemos nos respeitar e podemos ser amigos mesmo que sejamos diferentes, até porque ninguém é igual e todos somos livres. Devemos pensar no próximo e não menosprezar as pessoas. Foi isso que aprendi ao ler esse livro”. Juliana, 7º A.
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“A história do livro nos mostra que a amizade pura, verdadeira e fiel, e acima de tudo
inocente, fica para sempre...” Lívia e Raiza, 7º E.
“O livro O menino do pijama listrado deixa claro que todos somos iguais, não importa a cor da pele, a religião ou a nacionalidade. Todos nascemos e morremos igualmente. As personagens Bruno e Samuel, duas crianças com vidas diferentes, souberam conviver bem, apesar das diferenças. Vale a pena ler e reler a obra, pode ser um pouco triste, mas é imperdível, comovente!” Bianca Freitas Candella, 7ºG
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Contos: “Meninos, eu vi!”, de Flávia Savary. Editora Salesiana
“O livro apresenta três histórias sobre pessoas simples, desconhecidas e trabalhadoras. A leitura exige bastante atenção para ser entendida.
A primeira história, De Ângelo a anjo, é sobre um homem rabugento, impaciente, mas que, no fundo, guardava recordações tristes em seu coração. Talvez por isso fosse desagradável. A segunda, Faça por onde acreditar, Baltazar, é uma história |
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mais complicada, que tem, como personagem principal, um homem trabalhador chamado Baltazar. Para que haja um bom entendimento, a leitura deve ser atenta, e não estranhe se precisar voltar algumas páginas.
A última é a principal, pois é a do título do livro, Meninos, eu vi!, O motorista Cesáreo vive histórias emocionantes e inéditas em seu táxi. Para contá-las, usa uma linguagem fácil, bem humorada e empolgante.” Alexandre Gusmão, 7º G
“Gostei da experiência de ler contos. Eles são pequenos, mas transmitem grandes mensagens, como no conto ‘Faça por onde acreditar, seu Baltazar!’ , se quisermos que as coisas mudem, devemos acreditar que é possível.” Lívia, 7º E
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História em quadrinhos
“Nós, alunos do 7º ano, trouxemos gibis para ler na classe e fizemos uma atividade com eles. Eu achei muito divertido, pois essa atividade pode ter ajudado quem não gostava de ler a aprender a gostar. Eu adoro ler gibis, é uma forma bem legal de aprender”. Juliana, 7º C.
“Cada aluno trouxe seu gibi e participou da aula. Lemos sentados no chão ou nas carteiras. Caso alguém não tivesse gibi em casa, em nossa biblioteca está disponível a gibiteca, onde se pode alugar um. Nós aprendemos a interpretar os gibis e foi muito divertido”.
Isabela Regina e Mariana Moreno, 7º C.
Charges
Foi muito interessante analisar charge. A charge é um jeito divertido de fazer uma crítica a algo ou alguém. A crítica deve ser clara, mas sem perder o humor. Existe charge sobre todos os assuntos da sociedade. O chargista põe toda a sua emoção no desenho e isso torna cada charge muito especial”. Victória ,7º B.
Folhetim produzido por Eliane Aguiar
“A experiência de ler um folhetim foi ótima. É muito bom sentir a ansiedade de aguardar pelo próximo capítulo e ficar imaginando o que vai acontecer, como o mistério será desvendado, que personagens irão aparecer... É um tipo de texto que mexe com a nossa imaginação e nos dá liberdade para fantasiar”. Bruna Barberato, 7º D
“Sobre o folhetim que nos foi sugerido para leitura, é possível mencionar que suas principais características foram muito bem entendidas, quando os alunos perceberam a tensão que cada capítulo deixava, foi uma sensação nova. O nosso folhetim nunca esteve por fora da matéria. Foi algo divertido e de extrema coerência em relação aos estudos”. Pedro Carlos, 7º D








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