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1ª série

Parei de fumar, e aí?
Confira um relato sobre a palestra

Ensino Médio > 1ª série

15-02-2017 14:36



Parei de fumar, e aí?

Frequentemente a vida nos oferece situações as quais podem servir de lição, aprendizado, experiência, tanto para nós mesmos como para pessoas com as quais compartilhamos tais experiências. Ocorre que, na imensa maioria das vezes, mal percebemos tal possibilidade.
Durante 16 anos na minha vida, ou seja, dos 14 aos 30 anos de idade, posso afirmar que fui um dependente de drogas. Durante esses 16 anos, fui viciado em tabaco, mais popularmente conhecido como cigarro. Sim, durante esse tempo todo fui viciado em uma droga que gera dependência, que prejudica a saúde e que, por muitas vezes, leva ao óbito. Portanto, cigarro é droga. A única diferença, entre tantas outras, é que é legalizada e vendida abertamente em qualquer esquina. 

A decisão de parar de fumar gerou expectativas e situações difíceis, as quais exigiriam de mim muita determinação e força de vontade. Como todo e qualquer objetivo na vida, precisamos de estímulos. Precisamos de elementos que nos permitam seguir em frente com a proposta, sem cair e sem perder. Comigo aconteceu naturalmente. Algumas situações foram aparecendo e gerando estímulos, situações essas que levaram, naturalmente, sem que fosse programado, a uma palestra na qual relato toda minha história e a relaciono à valorização da vida, à luta contra o vício das drogas, à luta contra todo e qualquer estímulo que leve alguém ao mundo do vício.

Pois bem, um dos estímulos que recebi foi a ideia de abrir uma caderneta de poupança e depositar, mês a mês, o equivalente a 45 caixinhas de Marlboro, quantidade média que fumava por mês. Parei de fumar em dezembro de 1992, abri a poupança no último dia útil de Janeiro de 1993. A partir daí, todo dia que entro em sala de aula passei a escrever o tempo que estou sem fumar e o valor que tenho aplicado na economia com o cigarro. Todo início de ano passei a ministrar a palestra a meus alunos, tanto do Colégio como da Faculdade. Com o tempo, passei a ser convidado a ministrar essa palestra a grupos de jovens e até de adultos. O resultado, que me deixa muito feliz e que me estimula a continuar, é que não passo um ano sem que alguém me procure e relate que essa palestra estimulou a pessoa, um amigo, um parente, a largar um vício. Ao longo da palestra conto alguns casos que muito me emocionam.

No dia 6 de fevereiro tive a feliz oportunidade de ministrar essa palestra aos alunos da 1ª série do Ensino Médio do Salesiano Santa Teresinha. A palestra aconteceu no Auditório Domingos Sávio, onde contei também com a presença de colegas de profissão. Foi mais um momento junto aos jovens, mais uma oportunidade de fazê-los enxergar o quanto devemos sempre dizer não às drogas.
Novamente deixo claro que nunca planejei essa palestra. Ela foi ocorrendo aos poucos, naturalmente. Acredito que Deus me deu uma luz e eu consegui enxergar o caminho.

Quem sabe um dia você também assista a essa palestra. Será uma alegria para mim!
Para os jovens que estavam presentes, reforço a lembrança de que aqueles que estão hoje em uma cracolândia, que estão em clínicas de dependentes, ou de baixo de 7 palmos na terra, todos achavam que era só uma "curtição", que iriam parar quando quisessem. Desculpem, mas não é isso que acontece.

E para quem já acompanhou essa história ao longo dos últimos 24 anos e que sempre me pergunta nas redes sociais, na rua, ou em qualquer lugar que nos encontremos, informo que hoje, dia em que estou escrevendo esse texto, 11 de fevereiro de 2016, estou há “24 anos, 1 mês e 11 dias sem fumar: R$ 87.867,44”.

Prof. Jefferson Ricart Pezeta


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