DOM BOSCO

Dom BoscoUm dos fatores que constroem a nossa unidade como Congregação e como Família Salesiana, o primeiro, o mais forte, é o amor de Dom Bosco. Clique aqui e saiba mais sobre a vida desse Mestre.

EDUCAÇÃO INFANTIL

Educação Infantil

Educar, assistir e recrear a criança na faixa etária de três à cinco anos de idade, na busca de seu desenvolvimento integral nos aspectos físicos, intelectual, emocional e social. Este é um dos objetivos dessa etapa.

SÍTIO SANTA TERESINHA

Sítio Santa Teresinha

Um paraíso rodeado por uma magnífica natureza de mata nativa de 52.000m2 de área, com trilhas ecológicas, plantas exóticas. Um lugar ideal para estudo do meio.

Tamanho do texto + -

 

 

“Depois de dizer isso, Jesus foi elevado aos céus, a vista deles. Uma nuvem os encobriu, de forma que seus olhos não podiam mais vê-lo. Os apóstolos continuavam olhando para o céu, enquanto Jesus subia” (At 1,9-10)

 

 

 
 

O texto dos Atos dos Apóstolos descreve o centro do mistério que se celebra na Solenidade da Ascensão do Senhor: Jesus sobe aos céus e, a partir daquele momento, sua presença entre nós manifesta-se de outros modos: nos sacramentos, na Palavra, na pessoa do outro e pela vida de união íntima ao Mestre, como um ramo de videira unido ao seu tronco (Jo 15,1-8). Uma presença que se caracteriza pela atividade da Igreja, através dos discípulos do Senhor. É nesse sentido que a Ascensão do Senhor conclui, de modo glorioso, a vida pública de Jesus e delega compromissos missionários e organizacionais à comunidade, aos discípulos e discípulas.

A história

A origem da Solenidade da Ascensão do Senhor inspira-se nos textos bíblicos, que relatam a subida de Jesus aos céus, 50 dias depois de sua Ressurreição. Os relatos Sagrados relacionam a Ascensão do Senhor com a vinda do Espírito Santo. Jesus sobe aos céus, prometendo que enviará o Espírito Santo para sustentar os discípulos na tarefa evangelizadora (At 1,6-8). Esse é um dos motivos pelos quais, em algumas Igrejas, era comum celebrar a Ascensão e Pentecostes numa única Liturgia. A separação entre as duas festas, contudo, já é mencionada a partir do século IV, como consta em um Lecionário Armeno e em dois sermões feitos pelo Papa Leão Magno.

Os textos das missas que descrevem a teologia das antigas celebrações celebram a Ascensão como glorificação de Jesus, em vista de confirmar a fé dos discípulos, enviados a evangelizar o mundo. Outro texto diz que a encarnação de Jesus não lhe tirou a glória divina, prova disso é que Jesus subiu aos céus levando consigo a natureza humana. Nesse mesmo tom, uma oração depois da comunhão, do século VIII, proclama a Ascensão do Senhor como promessa que os discípulos de Cristo viverão com Ele na Pátria eterna, pois, pela Ascensão, o Senhor abriu as portas para entrar na casa do Pai, canta um longo prefácio do século VIII.

Um rito que era realizado nessa solenidade era o apagamento do Círio Pascal, depois da proclamação do Evangelho. Com a reforma Litúrgica do Vaticano II, em 1963, esse rito passou a ser realizado na Solenidade de Pentecostes. O Círio é apagado no Domingo de Pentecostes, durante a Liturgia das Horas (Oração da tarde), após o Cântico Evangélico.
(Fonte: www.catequisar.com.br)

Rua Dom Henrique Mourão, 201 - Santa Terezinha - São Paulo - SP - 02405-030
tel: (11) 2971-6900 - fax: (11) 2973-0079